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Quanto cobrar como editor de vídeo em 2026 (com tabela)

Modelos de precificação (por vídeo, por hora, por retainer), tabela por tipo de conteúdo, e como subir de faixa sem perder cliente.

Equipe Creators x Editors•27 de junho de 2026• 10 min de leitura

A maior dúvida de todo editor em transição para o freelance é: quanto cobrar? A resposta curta é "depende do valor que você entrega". A resposta longa envolve entender três modelos, calcular seu custo-hora real e usar dados de mercado como piso.

Modelo 1 — Por vídeo

Ideal pra YouTube longo, reels em pacote e clientes recorrentes. O preço deve cobrir uma jornada completa: revisão do briefing, primeira edição, uma rodada de ajustes e entrega final. Cobrar por vídeo é previsível pro cliente e recompensa velocidade sua.

Modelo 2 — Por hora

Bom pra projetos abertos (documentários, comerciais experimentais) onde o escopo pode dobrar. Deixe claro no contrato o teto de horas e um mecanismo de aprovação pra ultrapassar.

Modelo 3 — Retainer mensal

Você garante N vídeos/mês por um valor fixo. Estabiliza sua renda e vira parceiro estratégico do criador. Só entre nesse modelo depois de 2–3 vídeos de teste.

Tabela de referência (Brasil, 2026)

  • Reels/Shorts (até 60s, 1 rodada): R$ 80 – R$ 250
  • Vídeo YouTube até 10min (nicho educacional): R$ 400 – R$ 1.200
  • Vídeo YouTube 10–20min com motion: R$ 1.200 – R$ 3.500
  • Podcast em vídeo + cortes: R$ 600 – R$ 2.000 por episódio
  • Comercial curto (30–60s): R$ 1.500 – R$ 8.000

Como subir de faixa

Suba preço em ciclos: a cada 5 projetos concluídos com nota 5, aumente sua tabela em 15–20% para novos clientes. Mantenha os antigos por 3–6 meses no valor anterior e comunique o reajuste com antecedência.

Na Creators x Editors, seu histórico fica registrado e vira prova social pra novos clientes — quanto mais projetos concluídos e reviews 5★, mais alto seu tier e mais visibilidade na busca.